domingo, 23 de agosto de 2009

Comparação entre Palhetas


Por Alef Mansur

Dept. de Sopro – PlayTech Teodoro Sampaio



Qual a melhor marca?

Qual delas dura mais?

Que palheta eu devo usar?

Qual o número aconselhável para um iniciante?

O quê há de diferente entre os vários modelos?

Será que esta, ou aquela tem o timbre que estou procurando?



Nós, músicos de sopro_ restritamente os saxofonistas e os clarinetistas_ nos deparamos corriqueiramente com os dilemas relacionados á escolha das nossas palhetas e tentamos desesperadamente encontrar a palheta ideal nesse universo inexplorado. Quem poderá imparcialmente responder a todas estas questões? Apenas a vivência diária poderá contribuir para nortear nossas decisões; a resposta está dentro do bom senso, naquilo que escolhemos como o melhor.



Mas antes de discutirmos a grande oferta de marcas e modelos no nosso mercado interno, devo destacar:



A falta de compromisso didático de alguns “professores particulares” _ instrumentistas que com a pouca orientação que tiveram, assumem o papel de formadores de opinião.
A falta de visibilidade metodológica de alguns segmentos religiosos_ que formam músicos sem nenhuma perspectiva de êxito como instrumentistas.
A pouca divulgação nos meios especializados_ aliada à ausência de endosso pelas companhias importadoras.
A conseqüente falta de amplitude aos horizontes dos aprendizes_ na sua maioria, e por todo despreparo, não sabem reconhecer a importância daquilo que mais desejam.


É difícil optar, ainda mais se um leque tão vasto de alternativas se abre, e nem sabemos por onde começar. Todas as palhetas estão dentro de um padrão de qualidade proposto pelo próprio fabricante, e é isso que faz com que aquele instrumentista opte por determinada marca. Agora, que critérios ambos utilizam? Um para fabricar, e outro para escolhê-la como sua palheta preferida?



O fabricante zela por seu produto desde o plantio da cana (tipo de bambu mais denso que o nosso, conhecido como cana da Índia), passando pelo controle de pragas, o corte, a armazenagem, e pela fabricação propriamente dita. Ainda mais criteriosos na definição do tipo de raspagem (se americana ou francesa) e na eficácia da qualidade desta etapa. A medição de sua densidade (bastante variável entre os fabricantes), mas com especificações seguidas à risca, dentro de uma tabela que classifica que uma palheta #2 ocorra do #1,88 ao #2,16, por exemplo, (estes números não compõem a tabela de densidade de nenhum fabricante). O seu invólucro, que garantirá que o produto chegue são as mãos dos músicos; e também a conservação de sua umidade, preocupação cada vez mais comum entre as grandes marcas. Que têm apresentado ao mundo eficientes soluções. Para cada novo modelo de palheta proposto, estudado e desenvolvido, existe uma característica sonora, timbrística, de resposta e projeção, de resistência e consequente prolongamento de sua vida útil; ou seja, há um por que de sua produção.



O músico por outro ângulo tenta se encontrar ou encontrar a palheta que melhor subsidie suas necessidades. Este já deve ter em mente que tipo de som deseja, deve avaliar se a palheta escolhida constitui um elemento sonoro coeso. Está formando um bom conjunto com o resto de seu equipamento (boquilha, abraçadeira e ao próprio instrumento)? Entre outras coisas, devem ser observados o equilíbrio entre os registros, o domínio do executante sobre a palheta, como este acessório comporta-se se utilizado em subtones, superagudos, harmônicos, em passagens rápidas, em mudanças abruptas de registro, enfim em situações extrema para o seu uso; o equipamento deve ser observado de acordo com as necessidades do instrumentista e classificado ou qualificado sob a sua expectativa. Aos menos experientes: Devem ser dosados o número da palheta com o número da boquilha, concordo que este é um assunto difícil de ser discutido, mas com bom senso todos acabam definindo sozinhos seu “setup”. Não há pressa para isso, você será músico pro resto da sua vida e tenha certeza sua palheta um dia vai mudar! Para os iniciantes este tipo de preocupação (timbres, som escuro ou brilhante demais), é facilmente resolvido: Qualquer palheta #1,5 pode ser utilizada; o mais importante é a fidelidade à marca, isto fará com que sua evolução seja notada.



Leia em seguida minhas descrições sobre algumas marcas e alguns modelos de palhetas. Lembrem-se, tocar cada vez com uma palheta mais dura não significa que seu nível como instrumentista esteja galopantemente desenvolvendo. Esta numeração está relacionada com a abertura de sua boquilha (frontal e lateral), com o seu jeito de tocar (estilo), com aquilo que você quer do seu som. Não existem regras. O seu dia-a-dia o conduzirá às decisões acertadas, mais cedo ou mais tarde.



Palhetas Rico Royal

A palheta Rico Royal para saxofone é o resultado do alto padrão da cana para ser empregada nas mais diversas situações. Esta é uma palheta de altíssima qualidade a disposição dos saxofonistas profissionais, e pelo seu baixo custo pode também ser empregada na vida acadêmica. O corte francês da palheta Rico Royal dá uma maior flexibilidade, especialmente nos registros graves, acrescentando limpidez ao som mesmo quando se toca matizes como o pianíssimo. Esta é uma palheta de aplicação profissional, com excelente resposta e bom desempenho em qualquer tipo de música. As palhetas Rico Royal são produzidas do #1 ao #5 (com intervalos de 0,5). No Brasil é mais fácil encontrar do #1,5 ao #3 em embalagens com 10 unidades para todos os instrumentos.

Palhetas Rico Select Jazz

As palhetas Rico Select Jazz são feitas para suprir as exigências dos instrumentistas mais sofisticados; com a qualidade timbrísticas de canas criteriosamente selecionadas para os profissionais de jazz. Seu corte tem fortes características, como o “coração” bem definido, e a longelínea raspagem lateral. Proporciona uma projeção sonora sem precedentes, com bastante clareza e timbre apurado, responde com uma incrível agilidade e flexibilidade. A Select Jazz é a opção para melhorar sua sonoridade; usando palhetas do tipo Filed, preferidas freqüentemente por saxofonistas que usam boquilhas “round-chambered” como a MeyerTM (americana) ou a Otto LinkTM; ou para aqueles que usam boquilhas “medium-” ou “small-chambered”, para a obtenção de um som brilhante, como o da boquilha BeechlerTM, Berg LarsenTM ou DukoffTM, têm preferido as Selec Jazz Unfiled. As palhetas Rico Select Jazz são produzidas sob uma nomenclatura diferenciada: do #2S (Soft) ao #4H (Hard); assim 2S, 2M, 2H, 3S, 3M, 3H, 4S, 4M e 4H, onde o #2S corresponde aproximadamente a #1,75 da Rico Royal (esta relação não se mantêm para os números subseqüentes). No Brasil é mais fácil encontrar do #2S ao #3M (aproximadamente #3,5 da Rico Royal) em embalagens com 10 unidades para Altos e Sopranos, e com 5 unidades para Tenores.

Palhetas Rico Plasticover

Coberta com um revestimento especial, a palheta Plasticover da Rico tem uma mais duradoura vida útil. Desenvolvida para resistir a umidade e as mudanças climáticas, ela é ideal para quem precisa freqüentemente intercalar entre dois instrumentos ou ainda para quem os usa na rua, em bandas marcias ou de coreto. Esta palheta responde com precisão, volume e boa projeção; podendo ser aplicada com ótima qualidade ao jazz, em gravações e na música pop. As palhetas Plasticover são produzidas do #1 ao #5 (com intervalos de 0,5). No Brasil é mais fácil encontrar do #1,5 ao #3 em embalagens com 5 unidades para Clarinetes e Saxofones.

Palhetas Rico Frederick L. Hemke

Estas são palhetas selecionadas à mão para atender ao saxofonista que quer muito mais que uma resposta imediata, quer também uma excepcional impostação tonal e toda a flexibilidade de que precisa; tudo isso tocado com bastante velocidade. A Hemke, como é conhecida no Brasil, é produzida para o quarteto clássico de saxofones. Sua sonoridade escura permite que transite do meio clássico ao jazz tradicional; seu corte francês dá-lhe liberdade na resposta, especialmente nos registros graves, adicionando também clareza as notas e permitindo que se toque com suavidade.

- A Hemke é uma palheta “pronta” para tocar, com excelência profissional. É excitante tocar e perceber que conseguimos fazer frases mais longas e com mais velocidade e com boa articulação; tudo com um som incrível. Esta é também uma palheta leve, daí não estranhe se precisar de meio pontinho a mais, daquilo que costuma usar. As palhetas Frederick Hemke são produzidas do #1,5 ao #4 (com intervalos de 0,5). No Brasil é mais fácil encontrar do #2 ao #3 em embalagens com 5 unidades; disponível somente para Saxofones.

Palhetas Rico Reserve

Rico Reserve é o resultado demais de 75 anos de excelência na fabricação de palhetas. A alta densidade encontrada nos nós mais baixos da cana, cortadas com a precisão do corte de um diamante e medidas com laser óptico, além do avançado sistema de raspagem que coloca a Rico Reserve como um ícone no mercado de palhetas mundial. As palhetas Rico Reserve são embaladas com o Vitalizer TM para controle de umidade.

- A Reserve é uma palheta muito mais densa que o normal, portanto prefira experimentar uma numeração mais leve a aquela que está habituado. Seu som é surpreendente.

As palhetas Rico Reserve são produzidas do #2 ao #4,5 (com intervalos de 0,5). No Brasil é mais fácil encontrar do #2 ao #3,5 embaladas com 5 unidades e disponíveis para Sax Alto e Clarinete.

Palhetas Rico La Voz

Palhetas desenvolvidas para obter uma excelente projeção sem perder a versatilidade. As La Voz são manufaturadas com matéria prima selecionada visando sempre o seu melhor desempenho, por isso é a preferida de muitos saxofonistas profissionais. Sua forma de raspagem traduz-se num som profundo e poderoso, representando assim a voz dos saxofonistas por todo o mundo. As palhetas La Voz são produzidas sob uma nomenclatura diferente da maioria das palhetas: assim, do Soft (representado pela letra S) ao Hard (representado pela letra H), passando pelo Medium Soft – MS, Meduim – M e o Medium Hard – MH.

Correspondem aproximadamente, se comparadas com a Rico Tradicional_ da caixinha Laranja_ a: S = #2; MS = #2,5; M = #3; MH = #3,5 e H = 4,75, esta não é, portanto, uma palheta das mais leves. No Brasil é mais fácil encontrar do S ao M.

Palhetas Vandoren

As palhetas Vandoren Tradicional foram desenvolvidas e produzidas para obter-se um som extremamente puro. Proporcionado pela vibração obtida principalmente na ponta da palheta (área de maior vibração), contra-balançada pela resistência de sua espinha (área de maior densidade da cana; raspada gradualmente até a ponta da palheta). A palheta Vandoren Tradicional (também conhecida como a Palheta da Caixinha Azul), é a favorita dos saxofonistas eruditos de todo o mundo, mas é utilizada para qualquer tipo de música. São produzidas para todos os tipos de saxofone inclusive Sopranino e Baixo.

- Esta é uma palheta um pouco mais densa e por isso preferida no meio erudito. As palhetas Tradicionais da Vandoren são produzidas do #1 ao #5 (com intervalos de 0,5). No Brasil é mais fácil encontrar do #1,5 ao #3 em embalagens com 10 unidades para Clarinete, Sax Alto e Sax Soprano, e com 5 unidades para Sax Tenor e Sax Barítono.

Palhetas Vandoren V16

A Palheta Vandoren V16 foi lançada em 1993, em resposta a expectativa de alguns músicos americanos de Jazz. Ela tem uma ponta mais grossa e é mais comprida que a Vandoren Tradicional (observando-se o ângulo de raspagem mais íngrime). A V16 tem um som mais brilhante e percussivo, particularmente adaptável a nos estilos musicais. São produzidas para Sax Soprano, Alto e Tenor.

- Esta palheta é mais leve que a Tradicional na ponta, e tão rígida quanto, no centro. As palhetas V16 da Vandoren são produzidas do #1,5 ao #5 (com intervalos de 0,5); no Brasil é mais fácil encontrar do #1,5 ao #3 em embalagens com 10 unidades Sax Alto e Sax Soprano, e com 5 unidades para Sax Tenor.

Palhetas Vandoren JAVA

Esta palheta foi desenvolvida pela Vandoren em 1983 para jazz e música popular. É uma palheta muito mais flexível na área aonde as ondas se propagam com maiores extensões (na alma); do que a Vandoren Tradicional. E alcança uma área de vibração em sua superfície, maior e com máxima elasticidade. O nome JAVA deu-se da junção das palavras JAzz e VAndoren. Caracteriza-se por seu corte diferenciado, o que conduz a rapidez na resposta e uma expressividade sem igual ao tocar.

- Palheta de excelente resposta e timbre; vem “quase” pronta para tocar.

As palhetas JAVA da Vandoren são produzidas do #1,5 ao #5 (com intervalos de 0,5). No Brasil é mais fácil encontrar do #1,5 ao #3 embaladas com 10 unidades para Sax Alto e Sax Soprano, e com 5 unidades para Sax Tenor e Sax Barítono.

Palhetas Vandoren ZZ

Proporcionando-nos extrema rapidez e um timbre surpreendente, a palheta Vandoren ZZ é a mais recente inclusão a série de palhetas para jazz; disponível para o quarteto clássico de saxofones, esta é a primeira da série jazz produzida para Sax Barítono. A ZZ caracteriza-se por sua raspagem diferenciada entre o coração ou alma da palheta e sua extremidade mais fina. O resultado é uma palheta com um timbre extraordinário, com resposta imediata, equilíbrio e mobilidade entre os registros.

- Esta palheta nos dá a impressão de ser mais leve que a JAVA (só impressão!) e deixa o som, que já percebíamos timbrados, com um efeito aerado que só a ZZ tem. Além do “punch” obtido no início de cada nota tocada… sensacional! As palhetas Tradicionais da Vandoren são produzidas do #1,5 ao #4 (com intervalos de 0,5). No Brasil é mais fácil encontrar do #1,5 ao #3 embaladas com 10 unidades para Sax Alto e Sax Soprano, e com 5 unidades para Sax Tenor e Sax Barítono.

Palhetas Vandoren 56 Rue Lepic

Produzido com uma cana mais densa, a Vandoren 56 Rue Lepic emite um som rico, concentrado, estável, extremamente puro e homogênio em todos os registros. Dá-nos mais precisão nas passagens difíceis, mantendo suas características sonoras. Para manter todos as nuances timbríticas e prolongar sua vida útil, sua umidade (de quando manufaturada), é mantida entre 45% e 70% pelo “Flow-Pack”. As palhetas 56 Rue Lepic da Vandoren são produzidas do #2,5 ao #4,5 (com intervalos de 0,5). No Brasil é mais fácil encontrar do #2,5 ao #3,5 embaladas em caixas com 10 unidades, são de uso exclusivo dos Clarinetistas.

Palhetas Vandoren V12

A palheta V12 foi especificamente desenvolvida para suprir as exigências dos clarinetistas profissionais e está disponível somente para o Clarinete em Bb. Eles promovem um som rico e um controle sem igual. Estas palhetas são manufaturadas com tubos de cana no mesmo diâmetro das usadas na produção das palhetas para saxofone. Relacionando-as com as Vandoren Tradicionais, as V12 são meio ponto mais leves. As palhetas V12 da Vandoren são produzidas do #2,5 ao #5+ (com intervalos de 0,5). No Brasil é mais fácil encontrar do #2,5 ao #3,5 em embalagens com 10 unidades.

Agora é só escolher! Não tenha medo de experimentar, só não faça disso a sua razão de viver. Fidelizar-se a uma marca e modelo de palheta só contribuirá ao seu desenvolvimento.

Contato: alefmansur.teodoro@playtech.com.br

5 comentários:

  1. obrigado vai ajudar bastante
    meu sax yamaha 275 Tenor veio com uma Rico 2 1/2
    e hoje quando fui na loja compra só tinha Vandoren 2 1/2 não gostei muito n
    tb não sei tocar ainda, talvez seja isso...
    mais ajudou bastante ja que sou iniciante,que ta aprendendo só.
    vlw maurício

    ResponderExcluir
  2. Só uma pergunta, qual seria o melhor metodo para estudar? Tou me virando só, ja que os professores da minha cidade não tem comprometimento a ensinar. Ja marcaram varias vezes e nunca apareceram... Cansei e como tenho muita vontade em aprender tou na labuta só. Ja leio partitura pois estudava violão e conseguir aprender, tb ja toco algumas musicas no sax, mas bem "caixão" só a melodia mesmo. Tb tenho conhecimento harmonico e muito material para estudo do sax. Porem não sei por onde começar e nem qual metodo a escolher. Quero estudar escalas... Sou Maurício tenho 24 anos e um Sax tenor yamaha 275 que comprei no "escuro" e que tem muita vontade de ser um dos grande nesse Instrumento. OBRIGADO se poder me ajudar vlw
    mau_mauevc@hotmail.com

    ResponderExcluir
  3. queria saber qual a melhor palheta e uma boquilha de metal para mim colocar no meu sax soprano reto dolphim...meu e-mail é felipesilva.caxias@gmail.com

    peço caricidamente uma ajuda de alguem

    ResponderExcluir
  4. Amigo.

    Bom dia!!!
    ESTA MENSAGEM É PARA alefmansur.teodoro@playtech.com.br MAS PARECE QUE O E-MAIL DELE NÃO EXISTE MAIS, SERÁ QUE VC PODE ME AJUDAR NO CONTATO COM ELE OU COM ESTES MEUS QUESTIONAMENTOS? OBRIGADO , SEGUE O TEXTO..

    Meu nome é Renato, li seu artigo num site de pesquisa pelo google e achei super interessante as esxolicações, eu tenho 49 anos de idade não sei nada de música e gosto muito de saxofone, gosto não porque acho bonitinho nem quero ser bonito tocando, sempre quis mas financeiramente no inicio quando tinha 18 aos 30 anos eu não podia, depois não havia tempo, hoje aposentado me sinto pronto a investir neste desejo, ja tive um primeiro e único contato coom saxofone tenor e no primeiro momento eu consegui sopra-lo na medida certa para gerar as notas sem dificuldades para isto. Seu artigo ja tem um tempo publicado a respeito de COMO ESCOLHER UM SAXOFONE, então pergunto se hoje no mercado existe alguma marca de SAX ALTO que voce pode indicar que não me causará arrependimentos, não me sinto preparado pra investir em um Yamaha, tenho disponivel até 2.000 Reais e dentro deste valor tem algum aconselhamento? ja procurei alguns professores, me disseram sobre a marca EAGLE ou coisa assim. Enfim, será que voce pode me ajudar dentro deste valor proposto? Você me pasou muita segurança nas informações e achei isto muito legal, obrigado pela publicação e gostaria imensamente de uma resposta.



    Renato Avila- Rio de janeiro.

    ResponderExcluir